quarta-feira, 10 de junho de 2015

Receita Milagrosa


 

Receita Milagrosa

Para 47 Doenças

 Encontrada na casa do Chesini (Vicente.Dutra -RS)

5 cebolas roxas

3 cabeças de alho

½ de mel

 

Modo de fazer: Bater no liqüidificador, e misturar com ½ quilo de mel.

Tomar 1 colher de chá 3 vezes ao dia nas refeições.

Tomar durante 15 dias.

 

Pomada Milagrosa

1 kg de banha de porco

5 folhas de comfrei

1 punhado de sabugueiro

1 punhado de bálsamo

5 folhas de beladona

1 punhado de alcanfor ou cânfora

½ de palma de figo da índia, ralada

Modo de fazer: Cozinhar até as folhas ficarem bem torradas com uma colher de pau. Acrescentar  100 gramas de cera. Coar e bater, até ficar frio. A pomada se usa para tumores, abcessos, rachaduras nos pés, erisipela, flebite, ulceras varicosas, sarna, lepra, lúpus, cobreiro, unhas encravadas, queimaduras e para todo tipo de problema de pela.

Bibliografia: A farmácia da Natureza. Irmã Maria Zatta. Ed Irmâs Paulinas. SP. 1996

Sagu


Sagu

 1 litro de vinho tinto,

11  colheres de sagu colocar de molho

 Colocar ferver o vinho com 2 copos de água. Quando o vinho  ferve coloque o sagu sem a água.   Quando estiver quase pronto colocar 1 ½ xícara de açúcar, deixe cozinhar mais um pouco. Coloque num pirex e deixe esfriar.  CALDA

Fazer uma calda com 1 xícara de água com 1 xícara de açúcar com pedaços de canela e cravo a gosto, deixe engrossar e misture com o sagu,  e mexa bem.

 

Sagu

Divina grando

1 copo de vinho

1 copo de água

½ copo de sagu

1 copo de açúcar

Deixar ferver, sem o açúcar, e depois acrescentar o açúcar quando está quase pronto, e deixar no fogo por mais 5 minutos.

Paraíso ou inferno


Paraíso ou Inferno

Um deputado está andando tranquilamente, quando é atropelado e morre. A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.

– Bem-vindo ao Paraíso! – diz São Pedro. Antes que você entre, há um probleminha. Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.

– Não vejo problema, é só me deixar entrar – diz o antigo deputado.

– Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte: você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso, aí pode escolher onde quer passar a eternidade.

– Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso – diz o deputado.

– Desculpe, mas temos as nossas regras.

Assim, São Pedro o acompanha até o elevador, e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo, o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar. Quem também está presente é o Diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe. Ele sobe, sobe, sobe, e a porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele. Agora é a vez de visitar o Paraíso.   Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.

– E aí? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna.

Ele pensa um minuto e responde:

– Olha, eu nunca pensei... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.

Então São Pedro o leva de volta ao elevador, e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta se abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas, catando o entulho e colocando em sacos pretos.  O Diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do deputado.

– Não estou entendendo – gagueja o deputado. Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!

O Diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz  – Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto...

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A constristão das circusntâncias do momento presente torna sobre-posse improlífico em vocábulos para dizer que a dexterilidade dilemática do organizador azagnizador do cavicórdio, nas ânsias magnéticas do disagnizado apoio, surge com o pepotênico estouro de bombas acrobáticas.
Comprime o lúpico dilatônico das massas credpudinosas e ilaça as ilações belicosas num assungivel e tétrico lúpico das digitiforme esfedologia.
Mas o redolente hipocentauro da vil sarcologia tenta zamporinar o espétido ramilhão da grande endinária. Não trepideis, ó catártico epicédio, ante o plamipotente plamívomo, pois o futuro, este auritomante auricomodo das almas elerizantantes, surgira em breve e irá gravar-se no antiláquio do epitático apogeu da iátrica imortalidade.
E como, eu Cristo foi um paladino das aspirações de um povo, conspurcado pela austeridade conspícua dos fatos relativos, quanto a intransigência herética dos nobres ideiais, o transcendentalismo genético do poder, gero a concupiscência hebraica, baseada no cósmico das oblatas das coisas abstratas.
E vós, que já estais no exalviçado crinoide da  vida, em vossa sinfisantéria cadastragem por este mundo estereodonte, não sejais betuláceos enânticos ou então enatílicos, como se diz na gíria embora a dissosmia displática e desentérica vos queira besantar ao derradeiro e vergonhoso parablasto do desânimo tisanóptero.
Mas, como bem disse Rinoceronte, um dos maiores octópodes e mariápode de sua época transgangètica: “No fox-trote da vida somente os zigospóricos podem garguitear infactíveis, sem precisarem amargurar uma guapetonaagem na fitoide onfalópsica de sua psique...”
E, agora, em foto-síntese, permitam-me que minha voz gutiferácea sim, mas não ferruginosa, se eleva garotil e mélica, para verberar o maragatismo faxinótico do latirismo que ousou atacar os malacodermos infêsos e leuquêmicos.
Saibam, porém, que a fototaxia da metásteese jusante há de xumbergar a grumecência infame e lagóftolma deste zircônico covardes e apocalípticos

Realidade de são José do Herval, RS


Realidade de São José do Herval, RS.

O município de São José do Herval está localizado no noroeste do Rio Grande do Sul, macrorregião de Soledade, Serra do Botucaraí. Criada em 1988, a partir do desmembramento do município de Fontoura Xavier, o município teve entre os primeiro habitantes os índios charruas, tupis ou tapuias, recebendo influência dos religiosos jesuítas. A maioria da população é de cor parda e branca, com influência portuguesa. Ali também residem inúmeras famílias descendentes de italianos e alemães. A população católica é de 2057 pessoas, enquanto as demais se denominam espíritas; atualmente o crescimento de igrejas de cunho neopentecostais, tanto na cidade quanto no interior do município.

Na região existe uma economia bem diversificada, dada às irregularidade de terreno, como montanhas e terreno pedregoso. A população é formada por pequenos agricultores que vive numa economia de subsistência, através do feijão, batata, mandioca, fumo, pecuária; algumas famílias trabalham como empregados. Há também alguns agricultores com uma situação mais  estável, com produção de fumo, soja, gado leiteiro e integrados (frango e porco). Existe ainda um grupo de famílias que vive da venda de produtos coloniais ao largo da BR 386, alguns como operários nos órgãos públicos e comércio local.

Em São José do Herval o atendimento à saúde ao público se dá a partir do pequeno Hospital  local, exclusivamente ambulatorial. Um destaque é a presença de agentes comunitários de saúde.

Na questão educacional as Escolas se concentram mais no perímetro urbano e poucas no interior do município. Na cidade exise apenas uma Escola de Ensino Fundamental e outra de Ensino Médio. A maioria das Escolas do interior está desativada; algumas servem de abrigo a famílias, enquanto outras cedidas em comodato para a paróquia. Segundo o Censo 2010, o munícipio  tem atualmente 2201 moradores,com 1737 hervalenses alfabetizados.

A paróquia Nossa Senhora do Rosário faz parte da Mitra Diocesana de Cruz Alta e existe desde 1947. O atual pároco é o Frei Paulo Zanatta. Conta atualmente com 26 comunidades eclesiais, a maioria delas com difícil aceso. Por ocasião da emancipação de São josé do Herval onze comunidades estão localizadas no munícipio de Fontoura Xavier. Em razão disso há dificuldades de acesso e comunicação com a sede paroquial. As últimas missões ocorreram há aproximadamente 26 anos.

O QUE ESPERAM DAS MISSÕES

- Maior compromisso com a comunidade eclesial

- Superar a ignorância política –partidaria

- Fortalecimento de valores cristãos: fé, esperança, solidariedade;

- Maior animação pela vida e união entre as pessoas.

- QUE ASSUNTOS DEVERIAM SER TRATADOS NA MISSÃO

- o que é ser igreja

- Politica como cidadania:

- Família, solidariedade, drogas, valores humanos;

- Dízimo, serviços conselho, voluntariado.

- Relações sociais: participação, sinceridade, intriga...

A misteriosa natureza


A misteriosa natureza

 

Em São José do Herval

O mundo não e todo igual

Há paredões e cascatas

Escondidos neste matagal

 

Cada lugar que se anda

Sempre o elemento surpresa

As cachoeiras e as ladeiras

Presentes nessa natureza

 

A vegetação é exuberante

Abundante em toda a região

Brinda a todo observador

A riqueza de nosso rincão

 

Rochas de todos os tipos

Presente na natureza

Riquezas acumuladas

Com formas e beleza

 

Animais faz parte do habitat

Aumentando para repovoar

O lugar que sempre foi deles

Agora estão para voltar

 

O elemento surpresa

E o detalhe para aguardar

Pois pode aparecer qualquer momento

Os previdentes devem se livrar

 

Gratos pela oportunidade

Pretendemos lá voltar

Para continuar a vislumbrar

As maravilhas do lugar

 

Tânia dizemos muito obrigado

Pelo passeio e convivência

A cachoeira é fantástica

E as  belezas da adjacência.

                          São José do Herval  24-03-2012

Frei Paulo F Zanatta

Estágio no sítio dos Herdeiros, Plantio de frutíferas: sucesso ou fracasso começa na implantação do pomar

Fwd: [Estágio no Sítio dos Herdeiros] Plantio de frutíferas: sucesso ou fracasso começa na implantação do pomar

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engenheiro agrônomo panerai agropanerai@gmail.com

09:21 (Há 10 horas)
para alexandre, Cco:mim
   
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"Elogie sempre que puder. O ser humano precisa de um estímulo para crescer. Mostre o sabor da bondade para os outros"  Arthur Hisoka

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: alexandre e alana <alexandre.alana.2008@gmail.com>
Data: 10 de junho de 2015 08:30Assunto: [Estágio no Sítio dos Herdeiros] Plantio de frutíferas: sucesso ou fracasso começa na implantação do pomarPara: agropanerai@gmail.com





Em 2013 implantamos o pomar de citrus e videiras no sítio Nena Baroni, devido a problema no plantio e terreno com lençol freático muito raso, as mudas morreram. Das 70 mudas sobraram 08 de Citrus.
Mas porque morreram?
Mais de 50% das raízes finas (responsáveis pela absorção de nutrientes) encontram-se até 20cm de profundidade. Se alaga o terreno falta oxigênio e a planta não absorve os nutrientes.




Então iniciamos este experimento: plantamos a muda dentro da caixa de madeira ( sem fundo) para as raízes ficarem longe do terreno alagadiço, principalmente no inverno. Se der certo, com o tempo vamos colocar mais solo no entorno da muda envolvendo a caixa e formando um camalhão.



por Flávio Luiz Carpena Carvalho
Grande parte do sucesso de um pomar de frutíferas depende de ações realizadas antes e durante a sua implantação. Decisões como a espécie que será explorada e, desta, a variedade ou cultivar, em função de fatores diversos, como o mercado a que se destina, entre outros, devem ser tomadas com antecedência de até um ano antes do plantio. Isto se justifica pela necessidade de encomenda e aquisição de mudas e pela orientação nos passos seguintes. Dentre estes, são exemplos a escolha do local e o tipo de solo mais adequado, o plantio de espécies para a construção de quebra-ventos, bem como a coleta de amostras de solo para análise e correção de acidez e da fertilidade. A forma de condução das plantas e o seu espaçamento devem ser previamente estabelecidos, pois isto determinará a quantidade de mudas a adquirir por unidade de área.
A região do Planalto da Campanha Gaúcha (Bagé e municípios vizinhos), no Rio Grande do Sul, tradicional reduto de produção pecuária, tem na fruticultura uma das alternativas para a reconversão de sua matriz produtiva. Alguns solos dessa região, entretanto, não são os mais adequados ao cultivo de espécies como o pessegueiro e a ameixeira, principalmente por suas características físicas, que dificultam a drenagem do excedente de água das chuvas. Por outro lado, na tradicional região produtora de pêssegos do Planalto Sul-Rio-Grandense (colônia de Pelotas e municípios vizinhos, como Piratini, Canguçu e Morro Redondo), os solos são, quase sempre, pouco profundos, tanto por aspectos de formação quanto de erosão hídrica, que os desgastou ao longo dos anos pelo uso sem cuidados conservacionistas adequados. Considerando-se que, nessas condições, a profundidade do sistema radicular das plantas de pessegueiro é muito superficial, com mais de 50% das raízes finas (responsáveis pela absorção de nutrientes) encontrando-se até 20cm de profundidade, algumas recomendações com relação ao sistema de plantio devem ser seguidas.
Resultados obtidos em experimentos com pessegueiros na Embrapa Clima Temperado indicam que há uma relação direta entre o vigor das plantas e a profundidade de solo que as raízes dispõem para explorar. Assim, em solos rasos (com até 20 cm de profundidade), deve-se adotar o plantio em camalhões largos e mais altos; para solos com profundidade entre 20 e 50 cm, recomenda-se o plantio das mudas também sobre camalhões, porém estes podem ser mais estreitos e menos altos que os anteriores. Camalhões largos e altos são construídos pelo revolvimento e acumulação de toda a parte superior do solo entre duas linhas vizinhas de plantas; os estreitos e mais baixos, pela passagem, uma ou duas vezes em cada sentido, de arados de três ou dois discos ou aivecas, respectivamente. Solos com mais de 50 cm de profundidade podem dispensar esta prática sob o ponto de vista de vigor das plantas, porém, ainda assim, é recomendável a construção de camalhões para o controle da erosão hídrica do solo. Se a permeabilidade (capacidade de infiltrar a água) destes for baixa, os camalhões ou terraços devem ser construídos com um gradiente de declividade, isto é, um “caimento” (de seis a oito centímetros a cada dez metros) em direção a uma das extremidades, para drenar o excedente de água das chuvas com velocidade que não cause erosão do solo.
Cuidados básicos, como esses, de baixo investimento em relação à lucratividade esperada, podem ser determinantes no sucesso do empreendimento.

Flávio Luiz Carpena Carvalho possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Pelotas (1977) e mestrado em Ciências do Solo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1985). Atualmente é Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Clima Temperado, Pelotas-RS. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Manejo e Conservação do Solo, atuando principalmente no seguinte tema: recuperação de áreas degradadas.
Contato: carvalho@cpact.embrapa.br


Reprodução autorizada desde que citado a autoria e a fonte

Dados para citação bibliográfica(ABNT):

CARVALHO, F.L.C. Plantio de frutíferas: sucesso ou fracasso começa na implantação do pomar. 2008. Artigo em Hypertexto. Disponível em: <http://www.infobibos.com/Artigos/2008_3/frutiferas/index.htm>. Acesso em: 8/6/2015

Vasos feitos com pneus auxiliam plantios em pequenos espaços. 4 pneus é suficiente para acomodar uma árvore!


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Postado por alexandre e alana no Estágio no Sítio dos Herdeiros em 6/10/2015 08:30:00 AM